domingo, 15 de junho de 2008

O primeiro Gladiador a gente nunca esqueçe

Foi por brincadeira. E por insistência da Natasha.
Mas eu fui, ví e vencí. Uma, por sorte, por resistência.
Comemorei feito criança.
Depois virei vidraça. Tomei uma do Algodão, a clave foi direto para o chão.
Tomei uma no peito, vinda do Nerão.
Mas foi demais.
Igor, me aguarde!

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