segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Uma pedra no peito
[Dostoiévski, Fiodor (1870) Os Demônios. pp. 431]
domingo, 2 de dezembro de 2007
Hopi Hari OH!
Viva a Família. Viva meu filho!
sábado, 1 de dezembro de 2007
Gabriel em Casa
Na verdade este anjo veio abençoar meu lar.
Obrigado filho.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
La Novia Que Nunca Tuve
Desaparece si miras otra vez.
La fama va envileciendo
Ese pedazo intacto que queda de ti.
Y ni siquiera el poder será
Capaz de neutralizar lo que se puede encontrar
Bajo una risa feliz y un sentimiento espiritual
Que te aguardan para hacerte bueno hasta el final.
Las cosas que nunca tuve
Son tan sencillas como irlas a buscar.
Tuve un árbol, pero se secó,
Tuve un niño y entre mis manos creció,
Tuve un libro pero envejeció:
El tiempo se llevó
Toda la inocencia que al nacer nos dio.
Las cosas que nunca tuve
Son tan sencillas como irlas a buscar.
Por eso, cuando te miro,
Ya sin ninguna duda creo adivinar
Que estoy a un paso de la verdad
Cuando presiento que sé lo que se puede encontrar
Bajo esa risa feliz y un sentimiento espiritual
Que me aguardan para hacerme bueno hasta el final.
La novia que nunca tuve,
Mi primer amor que siempre soñé.
Pablo Milanes, La Novia Que Nunca Tuve
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Muitas felicidades
Pode!
Até minha ex-esposa torce pela minha felicidade.
Ela previu, teve uma visão, coisa do tipo. Ela é meio bruxa, vocês sabem.
Mas, quem mesmo falou em casar???
E em felicidades conjugal???
domingo, 25 de novembro de 2007
Herança Genética
Pode?
Eu tento educá-lo de modo a transformá-lo em uma pessoa normal, mas a herança genética sempre fala mais alto.
O que eu faço?
Em tempo: A multiplicação de dois números pares sempre resulta num número par: 2n x 2n = 4n2. A multiplicação de dois números impares sempre resulta num número ímpar: (2n - 1) x (2n - 1) = 4n2 - 4n + 1. Já a multiplicação de um número par com um número impar sempre gera um número par: 2n x (2n - 1) = 4n2 - 2n
Festa em família
O casamento da Esther foi lindo, muita confraternização, antes e depois, gente bonita, muita produção, efeitos especiais e tudo o mais. Emoção prá valer!
Com direito a festança e continuação no casão. Com direito a piti do Carlão e tudo o mais. Depois que "todo mundo foi dormir em suas casas", curamos a ressaca juntos. Não perderam paletós nem chaves, perdi a medalha do Gabriel. Muita conversa, muito choro, tudo resolvido.
Valeu Ana Lívia!!! Anjo meu!
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
No turbilhão
Dia de transformações, quando um milhão de contours viraram quinhentos mil freshs e nenhum cristal.
Quando minha tecnologia apareceu.
Alimentando a idiossincrasia Laureana.
E com linhas paradas. Ontem e hoje. Ninguém toma Coca-Cola mais!!!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Que dia!
Chamei a Magali, o Cebolinha, o Cascão, o Franjinha, a turma toda. Nem assim...
Vencemos Azzoni, vencemos o dia. Venceremos mais dias desses.
Por fim, tenho um número: RE 1378620.
Já quase sou alguém!
sábado, 17 de novembro de 2007
Closer
Where there is something
I wish for I go through
Want to get closer into you
No hell to discover
I've got it all inside myself
Salvation you have preached is gone
Nothing can turn it around
Looking for a higher ground
Searching for something that makes me whole
From a higher ground
Am I falling in the right direction
Falling apart
There's nothing real
Devil convince me to change
But I go through
Want to get closer into you
Looking for a higher ground
Searching for something that makes me whole
From a higher ground
Am I falling in the right direction
Can I fall right into your arms?
[Lacuna Coil, "Closer"]
terça-feira, 6 de novembro de 2007
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Conquista
Já economizei meu salário dos próximos 3 meses.
domingo, 4 de novembro de 2007
Complexidade do Trabalho
Jupiter - The Planet Suite - Holst
Overture - The Wasps - Vaughan Willians
4º Movimento da 9ª Simfonia -Beethoven
sábado, 3 de novembro de 2007
Vitória
Vou subindo, vou subindo,
Enquanto você vai decaindo..."
[Noel Rosa, 1931, "Vitória"]
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Tempo de ouvir Within Temptation
"See who I am, break trought the surface. Free your mind and find a way. The world is in our hand"
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Ame
Seja como for
Sem medo de sofrer
Pintou desilusão
Não tenha medo não
O tempo poderá lhe dizer
Que tudo
Traz alguma dor
E o bem de revelar
Que tal felicidade
Sempre tão fugaz
A gente tem que conquistar
Por que se negar?
Com tanto querer?
Por que não se dar
Por quê?
Por que recusar
A luz em você
Deixar pra depois
Chorar... pra quê?"
[Paulinho da Viola e Elton Medeiros, "Ame"]
Com medo de ser Feliz (Flavio Gikovate)
Seriam as dificuldades externas - obstáculos de todo tipo - que impediriam a realização do amor?
Não acredito em nada disso. Penso que existe um "fator antiamor" presente em nossa mente. Trata-se do medo, que é derivado de várias fontes. A mais óbvia delas é a relacionada com a dependência. Sim, porque é absolutamente impossível amar sem depender, sem ficar na mão do ser amado. Se ele fizer mau uso disso, acabará nos impondo grande sofrimento e dor. É por isso que muitas pessoas preferem renunciar à entrega amorosa. Preferem ser amadas em vez de amar. Pode parecer esperteza, mas na realidade é covardia.
Além da dependência, há vários medos relacionados à experiência do amor. Vou me dedicar a mais um, talvez mais importante que os outros. É o medo da felicidade. Nada faz uma pessoa tão feliz quanto a realização amorosa.
Quando estamos ao lado do amado, a sensação é de plenitude, de paz. O tempo poderia parar naquele ponto, pois todos os nossos desejos teriam sido satisfeitos.
No entanto, logo depois da euforia surge a inquietação, acompanhada de um nervosismo vago e indefinido. Parece que alguma desgraça está a caminho, aproximando-se a passos largos. Temos a impressão de que é impossível preservar tamanha felicidade. Não adianta nem mesmo seguir os rituais supersticiosos: bater na madeira, fazer figa... Aliás, tais atitudes derivam justamente da incredulidade que nos domina quando as coisas vão bem demais em qualquer setor da vida.
Deixando de lado as importantes questões teóricas relacionadas à existência desse temor, podemos dizer que o medo da felicidade tem como base o receio de sua futura perda. Quanto mais contentes e realizados nos sentimos, tanto mais provável nos parece o fim desse "estado de graça". Segundo um estranho raciocínio, as chances de ocorrerem coisas dolorosas e frustrantes aumentam muito quando estamos felizes. O perigo cresce proporcionalmente à alegria.
Dessa forma, à sensação de plenitude vai se acoplando o pânico. Então o que fazemos? Afastamo-nos deliberadamente da felicidade. Cometemos bobagens de todo tipo: arrumamos um modo de magoar a pessoa amada, de inventar problemas que não existem ou exageramos a importância dos pequenos obstáculos. Escolhemos parceiros inadequados, prejudicando às vezes outras áreas importantes da vida: saúde, trabalho, finanças. Para reduzir os riscos de uma hipotética tragédia, procuramos um jeito de apagar nossa alegria.
Enfim, criamos uma dor menor com o objetivo de nos proteger de uma suposta dor maior. O medo de perder o que se alcançou existe em todos nós. Porém, gostaria de registrar com ênfase que a felicidade não aumenta nem diminui a chance de fatos negativos acontecerem. Trata-se apenas de um processo emocional muito forte, mas que não corresponde à verdade. Felicidade não atrai tragédias! É só uma impressão psíquica.
O que fazer para nos livrarmos dessa vertigem simbólica que torna a queda inevitável? Como sair do impasse e ter forças para enfrentar o amor? Só há uma saída, já que não se conhece a "cura" do medo da felicidade. É preciso diminuir o medo da dor. Assim, ganharemos coragem para lidar com situações que geram alegria e prazer. Perder o receio de sofrer é necessário até porque a felicidade poderá de fato acabar. Não tem cabimento, porém, deixar de experimentá-la, pensando apenas nessa eventualidade.
Todo indivíduo que andar a cavalo estará sujeito a cair. Só terá certeza de evitar acidentes quem nunca montou. Isso, repito, é covardia e não esperteza. Reconhecer em si forças suficientes para suportar a queda e ter energias para se reerguer mostra coragem e serenidade. Uma pessoa é forte quando sabe vencer a dor. Trata-se de um requisito básico para o sucesso em todas as áreas da vida, inclusive no amor. Ninguém gosta de sofrer, mas não é moralismo religioso dizer que superar as frustrações é a conquista mais importante para quem quer ser feliz. Você deseja a realização de seus sonhos? Então, tem de correr o risco de cair e se sentir capaz de sobreviver à dor de amor!
* Flávio Gikovate é médico psiquiatra, psicoterapeuta e escritor.
Medo da dor e Deus (Dostoiévski)
[Fiodor Dostoiévski, "Os Demônios"]
sábado, 20 de outubro de 2007
Verdade
Eu nem posso pensar te perder
Ai de mim esse amor terminar
Sem você minha felicidade
Morreria de tanto penar
Verdade!...
Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade!
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração
E a minha paixão adormecida...
(...)
[Nelson Rufino / Carlinhos Santana, "Verdade"]
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Feitio de Oração
Por isso agora eu vou me defendendo
da dor tão cruel dessa saudade
que por infelicidade meu pobre peito invade"
(Noel Rosa, 1933, "Feitio de Oração")
Resiliência
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Ainda é tempo pra viver feliz
Sem falar
Mas não posso deixar tudo como está
Como está você?
To vivendo por viver
To cansada de chorar
Não sei mais o que fazer
Você tem que me ajudar
Tá difícil esquecer
Impossível não lembrar você
Você, ê, ê...
E você como está?
Com o fim do nosso amor
Eu também to por aí
Já não sei pra onde vou
Quantas noites sem dormir
Alivia minha dor
E me faça, por favor, sorrir
Vem pros meus braços, meu amor
Meu acalanto
Leva esse pranto pra bem longe de nós dois
Não deixe nada pra depois
É a saudade que me diz
Que ainda é tempo pra viver feliz
[Arlindo Cruz / Sombra / Sombrinha, "Ainda é tempo pra viver feliz"]
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Sinto o Frescor
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Pensei em não pensar...
Pensei em voltar a ser criança. Abandonar as responsabilidades e arranjar alguns brinquedos para me divertir. Pensei nisso dirigindo meu carro. Em casa tirei um café da cafeteira, liguei o computador e fiquei navegando na internet. Desisti dos outros brinquedos.
Pensei em me tornar gay. Mas não achei competências suficientes dentro de mim para isso. Não de forma que não ficasse caricata. E me tornar num travesti é uma opção afastada. Afinal, sem carnaval, samba, suor e cerveja, seria muito difícil me manter sobre as tamancas.
Pensei em seguir uma religião. Esta coisa de ser ateu está me infernando, Deus me livre. Mas o culto não era curto e não me senti ovelha de nenhum Pastor. Isto me aborreceu.
Pensei em deixar o cabelo cumprido e a barba crescer. Usar uma sandália de couro, ouvir Bob Dylan e sair pela estrada. Fiquei tão diferente da foto do crachá que o segurança já não me deixava mais entrar no trabalho. Então lembrei que cair na estrada é meu dia-a-dia.
Pensei em abandonar toda tecnologia e levar um estilo de vida mais simples, bucólico, menos sofisticado. Anotei isso no Palm. Coloquei um wallpaper de Buda no notebook. Gravei mantras indianos no MP3. Agora meu celular saúda Krishina quanto toca. Plotei Katmandu no GPS. Coloquei comida japonesa no microondas. Nada funcionou.
Pensei em jogar tudo fora e começar tudo de novo. Então lembrei que as coisas que tenho estão penduradas no cartão de crédito, ainda não terminei de pagar. Comprei-as quando me separei, joguei tudo fora e comecei tudo de novo.
Pensei em não pensar.Mas isso eu não consigo fazer.
